sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

ENFEITES DE NATAL COM ROLHAS!!!

Olá!!!
Há um tempo a Laura fez um post sobre o que fazer com as rolhas... revejam aqui!
Pois bem, as dicas agora são para aproveitar as rolhas como enfeites de NATAL, uma ideia que a minha amiga Rapha (ela já participou da nossa coluna "Amigos do Taças") compartilhou comigo de uma página no Facebook chamada Handmade.
Olhem só os enfeites, cada um mais lindo do que o outro:























segunda-feira, 28 de novembro de 2016

BONARDA ARGENTINO MARAVILHOSO! E COM ÓTIMO PREÇO!

Ei pessoal, tudo bem?

Hoje quero falar sobre um rótulo que experimentei no fim de semana do feriado do dia 15/11 que passei com uma turma de amigos na região de Alvinópolis, interior daqui de Minas, na Fazenda Cata Preta. É uma fazenda bem antiga, tem registros de mais de 300 anos, linda demais! 

Fazenda Cata Preta

O clima estava chuvoso e fresquinho, bem propício para um vinho. Eu levei meus vinhos pra esse fim de semana, mas nada de tão especial. O rótulo que me levou a escrever hoje é o que me foi apresentado pelo pai do nosso amigo, que é um dos donos da fazenda (aliás ele tem uma adega lá!): O Partridge Gran Reserva Bonarda 2014 de Mendoza, Argentina. 

 

Neste fim de semana experimentei tb o Cabernet Sauvignon dele, muito gostoso mas a uva Bonarda é que deu um show. O sabor simples e suave, mas muito presente e encorpado foi uma surpreendente descoberta. Adorei esta uva que eu nunca tinha experimentado e esta marca tb.
Sobre a uva, em um antigo artigo no site Revista Adega, encontrei uma boa descrição que finaliza poeticamente conforme o trecho a seguir: “Alguns produtores enfrentam o desafio de elaborar um bom vinho de Bonarda, e vários desses vinhos estão disponíveis em importadoras brasileiras. São vinhos marcados por frescor, acidez vibrante, fruta fresca e taninos suaves. Por um preço bastante acessível, constituem uma excelente relação entre qualidade e preço e, na Argentina, diz-se que são um revigorante para a alma, combatendo tristezas e saudade.”

Originalmente italiana, mas tradicionalmente Argentina a uva Bonarda veio para esta última em meados do século XIX. “Na Itália ela tem 3 tipos principais da uva: no Piemonte (Bonarda propriamente dita), na Lombardia e Emilia-Romagna (também chamada de "uva rara") e em Oltrepó Pavese (dita Croatina). Lá também existem muitos subtipos e apelidos, como Bonarda di Gattinara, Bonarda di Cavaglia, Bonarda Grossa, Bonarda Piccola, Bonarda di Pignola, Bonarda Novarese.  Na Argentina, é difícil ser preciso sobre de qual tipo falamos. Alguns autores mencionam que a Bonarda sul-americana simplesmente não tem parentesco com as variações italianas, e que seria a uva Charbonneau do Savoie (França) - também chamada de Douce Noir -, ou a Corbeau do Jura (França), ou Charbono (da Califórnia). Seja como for, os vinhos da Bonarda argentina têm, definitivamente, sabor bem distinto dos homônimos italianos.” Revista Adega


Sobre esta vinícola, Las Perdices, posso garantir que virei fã pq além da qualidade e sabor terem me agradado tanto, o preço é bem justo. 

 
Fotos da vinícola Las Perdices em Mendoza, na Argentina

Encontrei no www.wine.com.br o Bonarda por R$63,75 (para sócios o custo cai para R$60,00) e o Cabernet Sauvingon por R$43,75 (para sócios cai para R$42,00). Vale MUITO a pena experimentar!

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

2 FRANCESES E 1 PORTUGUÊS NO FINAL DE SEMANA

Olá!
Na semana passada encontrei com uns casais de amigos para fazer churrasco e... tomar vinho! Por que não???

Provamos 3 rótulos distintos.

O primeiro a ser aberto foi o Português Pé Tinto da Herdade do Esporão. Confesso que sempre que provo um vinho desta vinícola, eu gosto mais. É difícil escolher qual o melhor. Ele foi comprado na Boníssima aqui em BH por R$39,50.

Segue descrição: "Pensando no mercado atual de vinhos em nosso país, a respeitadíssima Herdade do Esporão saiu na frente e lançou em solo brasileiro seus mais novos vinhos, a linha Pé. Este nome, que nos remete à videira de forma mais pura, é justamente que estes vinhos tentam alcançar: pureza sem usar barricas, para não temperar o vinho e deixá-lo da forma mais natural. Leveza, frescor e a harmonia entre a acidez e a fruta aliados à qualidade da Esporão que todos conhecemos, só foi possível pela inteligência dos enólogos em aproveitar lotes de vinhos mais top da vinícola que antes não eram usados." www.baccos.com.br


Pé Tinto, Herdade do Esporão


O Francês Les Granitiers Cotrs Du Tarn eu já conhecia e amo de peixão. Ele é delicioso, leve, porém presente... não consigo definir e por incrível que pareça nunca consegui encontrar uma descrição dele na internet. Compro sempre no Super Nosso do Gutierrez aqui em BH por R$ 39,90:

Les Granitiers Cotes Du Tarn

O outro Francês que abrimos veio do Clube W, é o Ropiteau Frères Pinot Noir. Muito bom também. 

"Com aroma de frutas vermelhas, como groselha e cereja, floral, com notas defumadas, esse exemplar traz um paladar frutado, fresco e com taninos presentes e macios, características marcantes dos vinhos elaborados no sul da França. Com o objetivo de disseminar os seus rótulos e a sua paixão pelo mundo do vinho, a Roupiteau Frères expandiu a sua produção para outras regiões além da Borgonha, entre elas o sul da França, que segundo algumas literaturas recebeu as primeiras vinhas de gregos e romanos em 600 a.C." www.wine.com.br

No site ele está por R$ 41,60 para sócios e R$ 52,00 para não sócios:

Ropiteau Frères Pinot Noir

Em breve novidades e sugestões para as festas de final de ano!

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

AMIGOS DO TAÇAS - JÚLIA MOTTA BLANCK

 
Na coluna AMIGOS DO TAÇAS desse mês, quem vem compartilhar suas dicas conosco é a querida Júlia Motta Blanck.


JÚLIA MOTTA BLANCK

Ela é amiga da Andréa, estudaram juntas em algumas matérias na faculdade de Psicologia.
A Júlia está sempre nos acompanhando por aqui, pelo Facebook (Taças Gêmeas) ou pelo Instagram (@tacasgemeas) e sempre colaborando com suas experiências também.

Ela nos mandou 2 Portugueses que ela ama, são Vinhos Verdes (reveja o post sobre Vinhos Verdes aqui) e ainda dá a receita de Clericot também. Vamos lá?

"Nesse calorão, bem geladinho, amo os verdes Casal Garcia..."



"...e também os verdes Casal Mendes..."

"Dá pra fazer Clericot também, adicionando fatias de morango, estrelas de carambola e pedaços de maçã verde. Delicioso e refrescante!!"


Encontramos o Vinho Verde branco Casal Garcia por R$ 54,90 no Hipermercado Extra Belvedere e o Vinho Verde branco Casal Mendes por R$ 37,50 no Supermercado Verdemar Diamond, ambos aqui em BH.
 
Ju, muito obrigada por suas considerações!! 
Precisamos nos encontrar para tomarmos uma tacinha!!!

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

TRIO RESERVA CONCHA Y TORO - "BOA" EXPERIÊNCIA

Ei pessoal, tudo bem?

Hoje vou dar uma dica de um branco que tomei no final de semana passado quando fui pra minha cidade, Boa Esperança. Passei o dia como meu pai mas à noite saí para encontrar uma amiga querida de Varginha, a Lili, que estava em BE passeando com o namorado, o Rafa.


Estava fresquinha a noite mas mesmo assim resolvi pedir um vinho branco e a minha escolha foi o Trio Reserva Concha y Toro.


Por ser um reserva, é um vinho mais elaborado, com um toque mais sofisticado, mas achei de paladar simples.
A uva predominante é a Chardonnay (75%), mas ele tem ainda porcentagens pequenas de mais 2 uvas: Pinot Grigio (15%) e Pinot Blanc (15%).

A vinícola famosa Concha y Toro fala por si só, os chilenos nos conquistam sempre, né?

Em fim, adorei este rótulo!

Em sites especializados encontrei por R$65,00 (aqui


Vcs vão ver muitas dicas ainda no blog de brancos e rosés pq este verão promete ser bem quente e vamos experimentar muita coisa boa por aqui!

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

TINTOS CHILENO E PORTUGUÊS NAS LADEIRAS DE OURO PRETO

Passei esse fim de semana com o marido em Ouro Preto - MG. 
Mesmo morando em BH há 16 anos e tendo trabalhado praticamente por 1 ano em Mariana - MG, nunca tinha estado lá, só mesmo de passagem.

Entardecer na Rua Direita em Ouro Preto.
Foto: Google (esse fds estava bem nublado,
não daria pra tirar uma foto bonita assim... rsrs)

Me encantei com tudo, e como o clima estava muito propício (estava fazendo 14 graus por lá, além da garoa fininha o dia todo), rendeu bons vinhos.
O chileno Leon de Tarapacá (R$39,00, a meia garrafa) eu já conhecida, ele foi nosso companheiro numa tarde chuvosa no Café Cultural (delícia de lugar!!!).


Já o Português Quinta de Bons-Ventos 2014 (R$ 75,00 no restaurante, mas achei em supermercado por R$ 39,90) eu tinha ouvido falar, mas não tinha experimentado. É produzido em Portugal na vinícola Casa Santos Lima, e possui a seguinte combinação de castas: Castelão, Camarate, Tinta Miúda e Touriga Nacional.


Foi uma excelente pedida, que acompanhou muito bem o carpaccio da entrada e o ravioli do jantar no Restaurante Escadabaixo Pub e Butiquim, ao som de um bom "piano jazz" (restaurante do mesmo grupo do famoso "O Passo Pizza Jazz", que não conseguimos ir porque estava fechado para evento particular...)

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

DESMISTIFICANDO O VINHO VERDE

Ao contrário do que alguns pensam, um vinho Verde não é um "vinho de cor verde". 
Aliás, um vinho Verde pode ser tinto, branco, rosé ou até ser espumante.



O Vinho Verde é produzido exclusivamente na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, em Portugal, e constitui uma denominação de origem controlada, cuja demarcação remonta o início do século XX.
O país lusitano é reconhecidamente um grande produtor e exportador do néctar de Baco e o produto que ocupa a primeira posição desta lista é o famoso Vinho do Porto. Na segunda posição aparece o Vinho Verde.

"Naturalmente leve e fresco, produzido na província do Minho, no noroeste de Portugal, uma região costeira geograficamente bem localizada para a produção de excelentes vinhos brancos. Berço da carismática casta Alvarinho e produtora de vinhos de lote únicos, a Região dos Vinhos Verdes oferece um conjunto ímpar de vinhos muito gastronômicos." wikipedia.org


Mas então, se o vinho não é verde, de onde vem o nome Vinho Verde?

Existe uma versão, que diz que o nome Verde deve-se ao estilo fresco e leve do vinho, em uma alusão ao seu caráter jovem.

E existe, também, uma outra versão, segundo a qual o elevado teor de acidez desse vinho faz ele parecer ter sido produzido a partir de uvas colhidas antes da hora, ou seja, com uvas verdes. Mas a verdade é que as uvas são colhidas na data exata em que atingem o ponto de equilíbrio dos taninos, ácidos, açúcares, matérias corantes e compostos aromáticos. E, também, na data exata em que os bagos atingem seu peso máximo.


Essa acidez marcante dos Vinhos Verdes existe. E seu efeito na língua é chamado, em Portugal, de “agulha”.

É resultante de vinhas extremamente vigorosas, com ácido málico alto e níveis de açúcar natural da uva relativamente baixos, o que também explica o baixo teor alcoólico.

Alguns apreciadores de vinho injustamente torcem o nariz para o Vinho Verde, pensando neles como cheios de gás e exageradamente ácidos. 
Mas, o investimento da região dos Vinhos Verdes em novas vinhas e em novos sistemas de condução de vinhas, aliado a uma nova geração de enólogos mais ousados e à profissionalização geral do mercado, mudou muito o Vinho Verde, em questão de duas décadas!

Eu também tinha preconceito. Por não ter conhecimento, eu achava que seria um vinho "azedo", quase um vinagre... e me surpreendi. 

Eu já provei o Artefacto (R$ 49,00) e achei muito gostoso, a cara do verão!


Foto: cozinhepraela.com.br

É comum, hoje, encontrarmos Vinhos Verdes complexos e ricos em aromas, mas que continuam a ser frescos e leves, como devem ser!

A tipicidade e originalidade destes vinhos é o resultado, por um lado, das características do solo, clima e fatores sócio-econômicos da Região dos Vinhos Verdes, e, por outro, das peculiaridades das castas da região e das formas de cultivo. Destes fatores resulta um vinho naturalmente leve e fresco, diferente do restante vinhos do mundo.

As principais castas são, para os brancos, o Loureiro, o Alvarinho, o Arinto (conhecido localmente por Pedernã) e a Trajadura. 

Para os tintos são o Vinhão e para rosados o Espadeiro. Também existem por toda a região demarcada de vinhos verdes a tinta nacional, asal tinto, tinturão.

Os preços variam bastante, de acordo com a marca, safra e uva.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

AMIGOS DO TAÇAS - ARIADNE AUGUSTO

A coluna "AMIGOS DO TAÇAS" traz desta vez uma amiga nossa de muitos anos, mas com a qual nós convivemos apenas 10 dias e depois disso somente pelas redes sociais da vida! Conhecemos a Ariadne em uma viagem para os EUA quando tínhamos 15 anos!! Na verdade conhecemos ela e mais uma galera de Visconde do Rio Branco que viajou junto! Excelentes lembranças de 1996.

ARIADNE AUGUSTO
Bom, a Ariadne já vem colaborando conosco pelo instagram com suas experiências no mundo dos vinhos, mandando rótulos que ela degustou, fotos de curiosidades... 
Quando a convidamos para participar ela logo respondeu: eu? mas não entendo nada de vinho!!! rsrs... 
Mas o espírito do AMIGOS DO TAÇAS é esse mesmo, convidar nossos amigos, passar seus gostos, suas impressões e curtir com a gente... aqui não tem nenhum especialista!! 
E assim, alguns minutos depois ela mandou uma mensagem aceitando o convite.

Vamos ver o que ela trouxe pra gente:

Olá! Conheci as meninas numa viagem para Disney há uns 20 anos atrás. Estamos ficando velhas!!!
A pedido da Andréa, venho falar de um vinho que trouxe de uma viagem que acabei de fazer. Veio da Vinícola Santa Rita, no Chile.
O nome é Santa Rita 120 Carménerè. Foi indicação do vendedor da lojinha que tem na vinícola e AMEI!!!


Achei no site simplificandovinho.com.br uma explicação sobre ele:
"Este é um vinho que carrega consigo uma história e um contexto muito peculiar. Um exemplar da tradicional Vinícola Santa Rita, ele trás em seu nome uma  homenagem aos 120 soldados que se refugiaram nos porões do estabelecimento, durante a guerra civil chilena, com  o apoio da anfitriã e em prol da independência do país.
Além desta bela fundamentação, O 120 Caménère nos mostra características tão especiais quanto seu nome e sugere sugere um vinho de representação ideal para a uva (Caménère), o que o é. Sua cor é vermelho intenso. No aroma, sentimos um frutado fresco, com ameixa e frutas pretas que se destacam. Apesar do pouco tempo na barrica de carvalho francês (06 meses), podemos sentir também a presença madeira.  
Na boca é bem pouco ácido, com taninos macios e persistentes, além de sedoso e elegante. Um vinho fácil de beber e redondo. Evolui rapidamente na taça e pode ser bebido sem refeição. Entretanto, pode acompanhar massas, frango, carnes vermelhas magras em pouca quantidade e queijos maduros."

 

Vinícola: Santa Rita
País: Chile
Região: Valle Central
Tipo: Tinto
Uva: Carménerè
Álccol: 13,9%
Visual: Vermelho Intenso
Olfativo: Floral, Baunilha e Frutas Vermelhas.
Gustativo: Taninos Macios
Harmonização: Frango e Queijos Maduros

Super aprovado, meninas!!! Os amigos também curtiram! E vende no Brasil!!

Cheers!!! Ariadne Augusto

Muito obrigada, Ariadne! Esperamos sua visita em BH para tomarmos uma tacinha juntas!!!!

PS: Encontramos este rótulo por uma média de R$ 50,00 em alguns sites no Brasil. Ansiosas para provar!!!

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

PRÉ-FERIADO NO BENVINDO COM UM CABERNET DELICIOSO

Ei pessoal, tudo bem?

Na última 3ª feira aproveitamos a véspera do feriado de 12/10 para tomar um vinho em um lugar que nunca tínhamos ido juntas ainda e escolhemos o Restaurante Benvindo. 
Ele fica no Lourdes aqui em BH, um bairro bem tradicional.


Sobre o Benvindo, um restaurante moderno e aconchegante, com atendimento impecável e comida maravilhosa (como cortesia do chef nos foi oferecido, assim que chegamos, um caldinho de mandioca em uma canequinha super charmosa que estava uma delícia!). Chegamos cedo e estava bem vazio, reparamos que lá começa a encher perto de 21h e foi tanto que talvez teríamos que ficar na espera caso resolvêssemos ir mais tarde.

  
Mas vamos ao que interessa: a carta de vinhos! Com rótulos nacionais e importados, os valores podem chegar até R$1.690,00 a garrafa. Uma boa variedade de nacionalidades, uvas, tamanhos, brancos, tintos, rosés, espumantes.... vinhos para todos os gostos!
O mais legal que achamos é que no Benvindo sempre existem 3 rótulos, que variam de tempos em tempos, classificados como promocionais. Desta forma é possível degustar um bom vinho em um excelente restaurante por um bom preço! E foi o que fizemos! 
Pedimos uma das opções promocionais da vez e adoramos. Foi o Baron Philippe de Rothschild Maipo Chile Cabernet Sauvignon que estava sendo oferecido por R$59,00. Nada mal, né?


Harmonizamos com um carpaccio (muito bom!) e depois pedimos um filet mignon com molho cremoso e torradas com queijo (divino! esquecemos de tirar foto, por isso "roubamos" uma do Instagram deles!).


 
                                                         foto do instagram @benvindo_

Nós já conhecíamos esta vinícola originalmente francesa de família originalmente alemã que viu no Chile (e na Califórnia) uma oportunidade de negócio para aumentar a produção de vinhos comerciais. Mas este rótulo especificamente não tínhamos experimentado ainda e gostamos muito!

O preço dele em supermercado é bem acessível, no Super Nosso aqui em BH é possível comprá-lo por R$29,90 (aqui).

Mais um lugar que amamos (e um vinho idem) e com certeza voltaremos para degustar outros rótulos e experimentar outros pratos!

O Benvindo fica na Rua Felipe dos Santos, 162, Lourdes - BH.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

QUEIJOS E VINHOS

Hoje é véspera de feriado e vou falar de algo delicioso e bastante comum no universo dos vinhos: QUEIJOS!!!


Já ouviu o ditado “para vender vinho, sirva queijo”? Pois bem... ele vem das vinícolas francesas (aprendi no blog Wine Me!) e dita a harmonia entre esses dois alimentos. Foi na França também que se popularizou o consumo dessas duas especiarias juntas. 
Mas com tanta variedade, como harmonizar queijos e vinhos?

Mais uma vez caímos em outro ditado, aquele famoso "gosto não se discute", mas é bom entender um pouco das inúmeras possibilidades para ter uma satisfação ainda maior na hora da degustação.

"Com muitas texturas e sabores acentuados, a harmonização entre queijo e vinho pode ser um desafio, porém, o resultado final garante uma experiência sensorial rica e inigualável!" wineme.com.br 



Não vou falar de regiões de produção, marcas, produtores... nada disso! 
Vou falar de textura, intensidade e acidez, além de dar alguns exemplos, claro!
A textura é sua consistência, se ele é cremoso, firme ou seco. 
A intensidade, seu “envelhecimento”, queijos frescos são mais claros e de sabor mais suave, enquanto os mais amarelados foram mais envelhecidos, acentuando o seu sabor.
Já a acidez também se caracteriza pela cor: quanto mais amarelo e seco, mais ácido. Por conta desses fatores e seu sabor prevalecente, o queijo deve ser escolhido com o intuito de realçar, sem reduzir o sabor do vinho. 
É ideal procurar harmonizar queijos e vinhos de acordo com a intensidade de sabor e envelhecimento, mas também é muito importante respeitar o seu paladar!




Aqui tem alguns exemplos (que tirei do blog Wine Me) de combinações para ajudar na hora de combinar queijo e vinho:

Vinhos tintos

Queijos macios: Também conhecidos como queijos de mofo branco, esses queijos são caracterizados por sua camada branca externa e uma massa firme e cremosa, de sabor amanteigado, como o queijo brie e o camembert. Opte por vinhos mais leves, como o Pinot Noir ou Gamey. 
Queijos de massa filada: Esse tipo de queijo se divide em frescos e maturados. Os frescos, como a muçarela, nozinho e provolone fresco, harmonizam com tintos suaves com uma leve presença de acidez, como o Merlot. Já os maturados, como o provolone maturado, opte pelos tintos de corpo médio, como um Carménère ou um Cabernet Sauvignon.    
Queijos semiduros: Os famosos queijos com “furinhos” também são maturados, mas por um tempo menor que os queijos considerados duros, como o gouda, gruyére e emmental. Para obter sucesso na combinação, escolha tintos de corpo leve e frutados, como o Dolcetto ou Pinot Noir.
Queijos duros: São considerados queijos duros aqueles que ficam por maior tempo em período de maturação, como o parmesão e o Grana Padano. Para acompanhá-los, escolha vinhos robustos, bastante encorpados e que passaram por mais tempo em barrica, como o barbaresco ou vinhos de sobremesa, como o vinho do Porto e o vinho madeira.
Queijos azuis: Um dos mais famosos queijos azuis é o Roquefort, mas também temos o gorgonzola e o Blue Stilton. De sabor característico, busque harmonizá-los com vinhos fortificados, como vinho do Porto e Jerez, combinando a doçura do vinho com o sabor picante do queijo.


Vinhos brancos, espumantes, de sobremesa e rosados

Queijos macios: Para os queijos macios, se a preferência for por algo mais leve, opte pelo mundialmente famoso Champagne. Um Chardonnay, um Pinot Blanc, ou um rosé produzido na mesma região ou próximo à do queijo macio pode ser uma ótima alternativa para os que querem fugir dos frisantes.
Queijos de massa filada: Os vinhos brancos e os rosés jovens são combinações ótimas para os queijos de massa filada. Você pode optar por Sauvignon Blanc.
Queijos semiduros: De sabor amendoado e levemente adocicado, esse tipo de queijo casa com um Chardonnay mais encorpado, como os produzidos na região do Chile e da Argentina. Os rosés também são bem-vindos!
Queijos duros: Para os amantes de parmesão e Grana Padano, a sugestão é ir de espumantes extra brut para que haja equilíbrio entre os sabores.
Queijos azuis: Mesmo sendo uma combinação difícil por possuir sabores marcantes, essa harmonização é possível. Se você não abre mão nem do vinho e nem desse tipo de queijo, permita-se essa ousadia!


Também tem a opção de acrescentar acompanhamentos como pães e frutas que equilibram e até acentuam a experiência entre queijos e vinhos.