quarta-feira, 30 de março de 2016

UM BOM CUSTO X BENEFÍCIO - VINHOS DE ATÉ R$ 50,00


"Para o bom bebedor, nem sempre meia garrafa basta". 
Adorei essa frase dita por Isabelle Moreira Lima no Blog Paladar do site do Estadão (abril/2015). 



Ela disse isso para iniciar uma conversa sobre como beber bons vinhos sem ter que gastar todo o seu dinheiro em um rótulo. 
Em ocasiões especiais é bom investir tempo e dinheiro em rótulos mais elaborados e quem sabe até pontuados, mas para nós que adoramos um vinho independente da ocasião, vale a pena pesquisar também um bom custo benefício para tomar aquela tacinha depois do trabalho. 
Por isso eu trouxe aqui algumas dicas de bons vinhos que custaram até R$ 50,00 e podem ser encontrados em sites especializados ou mesmo em bons Supermercados. 
São vinhos fáceis de encontrar, de beber e de harmonizar, para serem consumidos no dia a dia. Espero que gostem!

Casillero Del Diablo Reserva Privada, Concha y Toro (Chile)
Cabernet Sauvignon - R$ 49,90

R Reserva, Goulart (Argentina, 2011)
Malbec / Cabernet Sauvignon - R$ 36,85


Don Matias Reserva, Cousiño Macul (Chile, 2014)
Carmenére - R$ 30,00

U, Undurraga (Chile, 2014)
Carmenére - R$ 45,00 (estamos tomando ele na foto do Blog!)


Root 1 (Chile, 2013)
Carmenére - R$ 46,00 (já comprei este por R$ 30,00 no ano passado!!!)

Casillero Del Diablo, Concha y Toro (Chile, 2014)
Shiraz - R$ 47,50


León de Tarapacá, Tarapacá (Chile, 2013)
Carmenére - R$ 48,50


Frontera, Concha y Toro (Chile, 2013)
Carmenére - R$ 39,90


Miolo Reserva, Miolo (Brasil, 2014)
Cabernet Sauvignon / Merlot - R$ 39,00



Novíssimo, Canepa (Chile, 2014)
Merlot - R$ 36,00


Não é pelo preço que se avalia um bom vinho!

terça-feira, 29 de março de 2016

THE NAKED GRAPE - CALIFORNIANO COM IDEIA SUSTENTÁVEL

Ei pessoal! Hj vou dar uma dica de outro vinho Californiano que amei experimentar (e preciso até comprar mais!)! É o The Naked Grape (A Uva Nua, em Português). Abri um Cabernet Sauvignon para harmonizar com uma receita que inventei para um concurso gastronômico - envolvia filé mignon e batata baroa (ou cenourinha amarela) - e ficou excelente essa combinação! Esse vinho, como os Californianos em geral, são mais suaves, fáceis de beber e harmonizar. Sabor leve e marcante como um bom vinho, na minha opinião, deve ter.


A marca The Naked Grape tem uma abordagem diferente. Eles acham que o vinho não deve ser guardado apenas para ocasiões especiais e sim ser parte do dia a dia das pessoas, sejam engarrafados ou encaixotados como um leite longa vida! É isso mesmo, todos os vinhos dessa vinícola têm a sua versão em caixa reciclável! E o pensamento sustentável não para por aí: todo o resto da uva depois de esmagada para fazer o vinho é aproveitado (semente, pele, haste, etc), limpo e usado na alimentação de gado ou como adubo para a terra.
Mesmo as garrafas de vidro, todas elas são feitas com vidro leve (menor utilização de combustíveis), e todas as demais embalagens são feitas em 45% de materiais reciclados. 




No site www.thenakedgrapewine.com é possível ver todos os prêmios que eles já ganharam bem como aprender a fazer alguns drinks e comidinhas para harmonizar.

Aqui no Brasil, é possível encontrar no site www.adegadecasa.loja2.com.br as versões em garrafa de vidro do Cabernet Sauvignon e Pinot Noir por R$39,90.

Então, legal demais ver que sustentabilidade e tradição podem andar juntos, além de agradar o paladar e a alma ao mesmo tempo. 

quinta-feira, 24 de março de 2016

DICAS DE VINHO BRANCO PARA A SEXTA FEIRA DA PAIXÃO

Olá!! Apesar de preferir um vinho tinto, hoje eu vim dar dicas rápidas pra quem quer degustar um bom vinho branco na Sexta-feira da Paixão, harmonizando com peixes e frutos do mar, que será o cardápio do almoço de muitos:

Novíssimo Sauvignon Blanc CANEPA 2015
"Moderno, frutado e surpreendente." 
Vai bem com Bobó de Camarão, Saladas e Quiche de Palmito.
No Clube W (www.wine.com.br) por R$ 30,60


LA BÉLIÈRE Blanc de Baron Philippe de Rothschild 2013
"Elegante, leve e com frescor." 
Vai bem com Peixe Grelhado, Bolinho de Bacalhau e Risoto de Legumes.
No Clube W (www.wine.com.br) por R$ 60,35
Os rótulos podem ser encontrados também no Supernosso e no Verdemar aqui em BH, mas lembrando que as adegas de supermercados costumam variar bastante, nem sempre é possível encontrar em qualquer loja.

TORO LOCO TEMPRANILLO - QUALIDADE E PREÇO


Oi pessoal, tudo bem?

Hoje vou falar de um dos meus vinhos favoritos, o Toro Loco Tempranillo 2013. Bebi a primeira vez há uns 2 anos atrás - além de não conhecer a marca, eu tb nunca tinha tomado um Tempranillo. O Toro Loco é produzido em Utiel-Requena, cidade da província de Valência na Espanha. Já a uva Tempranillo é originária do norte da Espanha.
Me surpreendeu muito a suavidade e o frescor do vinho, nada pesado, fácil de beber e harmonizar. 

Além dessa surpresa toda no paladar, qdo fui pesquisar sobre ele na época li que ele havia ganhado o 2º lugar no International Wine & Spirits Competition de 2011 (Em Surrey, UK). Foi contemplado com essa colocação por unir preço e qualidade, e ficou na frente de rótulos com preço até 10 vezes maior. Em 2014 repetiu a proeza com a safra 2013. 
Já cheguei a comprar ele por R$25,00 (no www.wine.com.br , mas hj só está disponível a safra 2014 por R$33,00), e a última vez que comprei ele estava R$29,00 (encontrei na loja de conveniência Select Raja BH – Posto Shell). 


Pensa bem, o 2ª melhor vinho do mundo a pouco mais de R$30,00! Muito bom saber que podemos contar com qualidade a preços justos por aqui!

terça-feira, 22 de março de 2016

AS PONTUAÇÕES DOS VINHOS



Os sistemas de pontuação surgiram nos anos 50 na Universidade da Califórnia, no Departamento de Viticultura e Enologia. Uma tabela com escala de 50 a 100 pontos foi criada para auxiliar na avaliação dos vinhos experimentais, identificando defeitos e qualidades.
Com o passar do tempo, o vinho foi ganhando mídia, as opções de rótulos, estilos e regiões produtoras foram crescendo e dificultando a decisão de escolha dos consumidores.
Foi neste contexto que Robert Parker (Sigla – RP / Origem – EUA) se tornou pioneiro na avaliação crítica de vinhos (O maior crítico no mundo do vinho abandonou a profissão de advogado quando descobriu que possuía uma capacidade apurada para degustar vinhos e lembrar-se de todos eles no futuro). Criando seu próprio método de avaliação, baseado no sistema de 50 a 100 pontos da Universidade da Califórnia, Parker começou a escrever sobre os vinhos que degustava, pontuando-os e relatando suas particularidades. Suas avaliações são publicas.

De lá para cá surgiram outros críticos e sistemas de avaliação que fizeram com que os vinhos pontuados ganhassem cada vez mais espaço:

DECANTER (DEC / Reino Unido)
Decanter Magazine é uma revista inglesa que possui tiragem mensal e atribui de 1 a 5 estrelas aos vinhos. Anualmente a revista também promove o concurso Decanter World Wine Awards, onde são creditadas medalhas aos vinhos.

DESCORCHADOS (DS / Chile)
As degustações são realizadas às cegas, atribuindo aos rótulos até 100 pontos. À frente está o chileno Patricio Tapia, um jornalista e também enólogo que adora descobrir vinhos diferentes.

STEPHEN TANZER (ST / EUA)
Editor e crítico do aclamado International Wine Cellar, Tanzer é visado como o sucessor de Robert Parker, utilizando o mesmo sistema de pontuação, até 100 pontos.

WINE ENTHUSIAST (WE / EUA)
Com tiragem mensal, a Wine Enthusiast é considerada a terceira maior publicação dos EUA.

WINE SPECTATOR (WS / EUA)
Uma das publicações mais famosas e conceituadas no mundo do vinho, a Wine Spectator anualmente publica o famoso TOP 100, uma seleção de vinhos pontuados ou não, mas com preços e disponibilidade acessível.

WINE & SPIRITS (W&S / Reino Unido)
Com publicações mensais, a inglesa Wine & Spirits realiza degustações às cegas, com um grupo de especialistas. A avaliação credita aos vinhos até 100 pontos.

GAMBERO ROSSO (GR / Itália)
 É considerado um dos mais completos e conceituados trabalhos sobre vinhos no mundo. Seu sistema de pontuação atribui de 0 a 3 Bicchieri (taças) e os produtores que obtiverem por 10 vezes Tre Bicchieri (3 taças) são contemplados com uma Stella (estrela).

ENTENDENDO AS ESCALAS DE PONTUAÇÃO DE VINHOS
Basicamente os pontos significam:
95 – 100: Clássico, um grande vinho
90 – 94: Excelente, um vinho de estilo
85 – 89: Muito bom, um vinho com qualidades especiais
80 – 84: Bom, um vinho bem feito
75 – 79: Ruim, um vinho que pode ter pequenas falhas
10 – 74: Não recomendado

A inglesa Jancis Robinson, no entanto, prefere a escala de 20 pontos, que atribui 20 pontos a um vinho excelente e 12 pontos um vinho deficiente ou desequilibrado (dentre outras variações).

Por fim, um modo mais prático e simples: O app para celular VIVINO utiliza escala de 1 a 5 estrelas e é ótima para a troca de ideias entre pessoas, que como eu e você, não somos profundos conhecedores de vinho:
5 estrelas: um clássico
4 estrelas: excelente
3 estrelas: bom para o dia a dia
2 estrelas: para beber casualmente
1 estrela: bastante comum

Agora, entrando mais no mundo dos enófilos (que é o meu caso) do que no mundo dos enólogos, gosto é algo muito pessoal. Ou a gente gosta ou não gosta do vinho. E ponto.
Só experimentando teremos certeza se compraríamos um rótulo novamente ou não.
E vamos evoluindo nosso conhecimento sobre vinhos ao ler críticas e entendendo essas pontuações (além de degustar, claro!).


Fontes: www.sommelierwine.com.br e www.bebiesse.com.br

segunda-feira, 21 de março de 2016

TURNING LEAF - CALIFÓRNIA VINEYARDS



Minha experiência com esta marca começou qdo recebi 2 garrafas (um Pinot Noir e um Cabernet Sauvignon) pelo ClubeW (www.wine.com.br) que assino há alguns anos. Lendo o rótulo percebi que era um vinho Californiano e pensei que jamais seria bom já que, na minha cabeça, a Califórnia não tinha tradição em fazer vinhos. 
No primeiro gole já vi que estava totalmente errada: um vinho leve, fácil de beber e harmonizar, com aroma e sabor bem suaves. 


Foto: turningleaf.com
Dei uma pesquisada e vi que na Califórnia existem várias vinícolas e que eles têm sim tradição no assunto. Desde a década de 70 qdo eles bateram em “testes cegos” organizados em Paris as várias vinícolas famosas da França, caíram no gosto dos apaixonados pela bebida. 

O Turning Leaf Pinot Noir foi o primeiro californiano que bebi, depois experimentei o Cabernet Sauvignon e gostei muito tb, até mais do que o Pinot Noir!


Foto: Meu Instagram
Depois de ter gostado dele, descobri que esta marca é premiada em 4 edições de seus vinhos, vejam em seguida (O TL mostra no site deles edições em 5 uvas: Branco – Chardonnay e Pinot Grigio | Tinto – Cabernet Sauvignon, Merlot e Pinot Noir)

Turning Leaf Chardonnay 2008
Concurso Internacional de Vinhos do Novo Mundo de 2010 Jerry Mead 

Turning Leaf Cabernet Sauvignon 2008
2010 Florida State Fair

Turnig Leaf Merlot 2008
2010 Concurso San Francisco International Wine

PINOT GRIGIO 2009
"Melhor Compra", Wine Enthusiast , novembro 2010

No www.wine.com.br não tem nenhuma edição disponível da marca mais, tenho procurado pela internet e só encontro em sites de lá por aproximadamente US$8,00. 
Fico sempre de olho tentando encontrar ele mais fácil pra comprar, eles estão fazendo muita falta na minha adega!

domingo, 20 de março de 2016

PRIMEIRO DIA DO OUTONO


Hoje é o primeiro dia do outono e, para comemorar o começo do fim do calorão no Brasil, nada melhor do que um Cabernet Sauvignon. Mas não um qualquer, e sim um muito especial e raro que podemos beber gelado e tem um tom rosé lindo!

Este vinho que bebo hoje é o Gris da Viña Cousiño Macul. Ele é elaborado a partir do primeiro suco da pele da uva madura Cabernet Sauvignon, por isso a cor rosada.

Experimentei quando a minha irmã Andréa foi ao Chile, se apaixonou por ele e trouxe um pra mim. Tb me apaixonei, claro! Em seguida uma amiga foi pra lá e eu já encomendei mais!



“Para produzir este vinho é preciso trabalhar a partir de frutos maduros de Cabernet Sauvignon, mas é vinificado com o procedimento de vinhos brancos. O suco é separado das películas depois de um curto contato apenas para extrair a sua cor atraente. Então mantida a 10° C durante 36 horas para decantar. O suco limpo é retirada e lentamente fermentado a 13-14° C durante 35 dias, utilizando levedura mousse. Ele amadurece durante 2 meses em tanques de aço inoxidável e é engarrafado jovem para preservar a sua personalidade encantadora.”
Fonte: www.cousinomacul.com

A história da Viña Cousiño Macul é muito interessante. É a única, estabelecida no século XIX, que se mantém nas mãos da mesma família desde a fundação em 1856.
É uma tradição desta vinícola fazer vinhos rosados com uvas que aparentemente só dariam vinho tinto.

Até pouco tempo não achava ele pra comprar em lojas físicas e tb não encontrava na internet. Hoje, para minha surpresa, consegui encontrar esta jóia no site www.megaadega.com.br com valor R$49,90. 
Acho que vou fazer estoque!

sábado, 19 de março de 2016

VINHOS DE MINAS

A cada dia que passa aparecem mais e mais roteiros e pacotes de viagem dedicados ao conhecimento do universo de vinhos. Na América do sul: Chile e Argentina. Na Europa: Itália e França. Estes são os destinos mais procurados e mais requintados... há quem visite esses lugares todos os anos em busca de uma prazerosa experiência.
O Brasil não fica de fora. O enoturismo no nosso país teve um desenvolvimento acelerado nos últimos 20 anos. A maioria dos roteiros passam pela Região Sul do Brasil, destacando Bento Gonçalves, Vale dos Vinhedos e Garibaldi.
Mas o que muita gente não sabe (nós que somos Sul Mineiras também não sabíamos, descobrimos há pouco tempo folheando a extinta "Veja BH") é que são produzidos também cachos recheados de uvas Shiraz, Cabernet Sauvignon e Chardonnay, constituindo as paisagens cheias de videiras no Sul de Minas. Cordislândia, Andradas, Boa Esperança e Três Pontas são algumas das cidades que compõem a Rota do Vinho de Minas.

No município de Cordislândia, a produção de uva, por meio da importação de mudas francesas, conta com 15 mil hectares na Fazenda Porto – além da moderna vinícola Luiz Porto Vinhos Finos.
www.luizportovinhosfinos.comRepresentante Oficial em BH: Rex Bibendi - Rua Outono, 81 – Carmo Sion.



Em Andradas, a visita começa nos galpões e maquinários da Casa São Geraldo. A produção é realizada em mais de 200 hectares com uvas da região. A fazenda também produz vinhos com uvas da região do Rio Grande do Sul. A Casa Geraldo também arrenda fazendas no Chile e na Argentina para a produção de vinhos de uvas Carmenère e Malbec. www.casageraldo.com.br 

Em Boa Esperança, o tour é pela Fazenda Capetinga. São dez hectares de parreiras plantados na propriedade, divididos em 21 mil pés de Shiraz, oito mil de Sauvignon Blanc e outros tantos de Chardonnay, além de mais quatro mil de Cabernet Sauvignon.
Já em Três Pontas, há somente o plantio de uvas.  A produção do vinho acontece na Fazenda Experimental da Epamig, em Caldas.

Fazer vinhos finos em Minas Gerais é possível, e conhecê-los também. 
Em breve faremos a degustação de alguns deles e traremos nossas impressões por aqui!

domingo, 13 de março de 2016

BOAS VINDAS COM PRONÚNCIAS DE UVAS

Oi, como vão? 
Bem vindos ao Taças Gêmeas! Somos Laura e Andréa, irmãs gêmeas e apaixonadas por vinhos e tudo que envolve este aconchegante mundo.  
No nosso blog vamos falar sobre novidades, curiosidades, história, harmonizações e, claro, rótulos que gostamos e indicamos a fim de enriquecer e trocar experiência com outros enófilos como nós.




No nosso primeiro post vamos falar sobre uma dúvida que tínhamos quando começamos a gostar de vinhos: a pronúncia das uvas! Não era o bastante saber falar “Merlô”, “Cabernê”, “Carménér”, era preciso entender que como essas uvas, existem muitas outras que a pronúncia é bem diferente da escrita (bem mais!). Vejam algumas e, se alguém quiser acrescentar alguma, fique à vontade!


Uvas Tintas                                                  Uvas Brancas

Alicante Bouschet: Alicante Buchê               Albariño: Albarinho

Barbera: Barbéra                                          Aligoté: Aligôtê

Cabernet Franc: Cabernê Fran                     Chardonnay: Chardoné

Cabernet Sauvignon: Cabernê Sôvinhon     Chenin Blanc: Chenan Blan

Carignan: Carrinham                                     Furmint: Furmim

Carménère: Carmenér                                  Garganega: Gargânega

Cinsault: Sanssô                                           Gewurztraminer: Gevustramíner

Dolcetto: Doltiêto                                          Glera: Gléra

Gamay: Gamé                                              Malvasia: Malvasía

Garnacha/Grenache: Garnátia/Grenache    Pinot Blanc: Pinô Blam

Malbec: Malbéc                                            Pinot Grigio: Pinô Grídio

Mencia: Mência                                            Riesling: Ríslin

Merlot: Merlô                                                Sauvignon Blanc: Sôvinhon Blam

Montepulciano: Montepultiano                     Sémillon: Semion

Mourvèdre/Monastrell: Murvédre/Monastrell   Torrontés: Torrontês

Nebbiolo: Nebiolo                                         Verdejo: Verderro

Nero d’Avola: Néro dávola                            Viognier: Vionhiê

Petit Verdot: Petí Verdô                                Viura: Viúra

Pinot Meunier: Pinô Meniê                            Xare-lo: Xarêlo

Pinot Noir: Pinô Nuá                                     Arneis: Arnê

Pinotage: Pinotage                                       Verdicchio: Verdíquio

Sangiovese: Sandiôvese

Syrah/Shiraz: Sirrá/Chirráz

Tannat: Taná

Tempranillo: Tempranío

Touriga Nacional: Tôriga Nacional



 Fonte: www.sommelierwine.com.br