quarta-feira, 20 de julho de 2016

BACO, O DEUS ROMANO DO VINHO

Nem só de rótulos vive o Taças... mas também de curiosidades, experiências, histórias e cultura...

Já ouviu falar em Baco? 
O vinho é a "bebida de Baco" pois Baco, na Mitologia Romana, era o deus do Vinho.

Baco, por Michelangelo. 
Museu Nacional do 
Bargello, Florência.

Baco (em grego: Βάκχος, transl. Bákchos; em latim: Bacchus; em italiano: Liber ou Liberato)
Na mitologia romana, Baco era o deus do vinho, das festas, do lazer, do prazer e da folia. Filho do deus Júpiter (deus do dia) com a mortal Sêmele, Baco era considerado pelos romanos como um amante da paz e promotor da civilização.

De acordo com a mitologia romana, Baco ao tornar-se adulto descobriu a forma de extrair o suco da uva e produzir o vinho.


Com inveja, a deusa Juno (Hera no panteão grego) transforma Baco num louco a vagar pelo mundo. Ao passar pela Frigia, foi curado (da loucura) e instruído nos rituais religiosos pela deusa Cibele. Curado, ele atravessa a Ásia ensinando a cultura da vinha.

Baco por Caravaggio,
na Galleria degli Uffizi, Florença


Baco, por Leonardo da Vinci,
no Museu do Louvre,
Paris

A PEDRA DE BACO
Para os enófilos que crêem em mitos, a pedra Ametista é um poderoso amuleto.

AMETISTA:
"A" (NÃO) + "METHUSKEIN" (INTOXICAR)

Diz a lenda que uma bela ninfa estava sendo cortejada por Baco e, para que o deus não mais pudesse lhe assediar, ela foi transformada em um cristal. Alguns acreditam que o nome deriva da fusão de “a” (não) mais “methuskein” (intoxicar) e, por isso, ela impediria seu portador de ficar embriagado. A mitologia aponta ainda que Baco então pegou a pedra e a mergulhou no vinho, daí a cor avermelhada do líquido. Outra versão diz que foi a pedra quem deu sabor à água, transformando-a em vinho.

Já na Mitologia Grega...
...Baco era Dionísio.

A lenda em torno de Dionísio é rica e, por vezes, controversa. Em alguns pontos diz-se que foi o sátiro Sileno, seu professor, quem lhe ensinou sobre a cultura da vinha e a produção de vinho. Ele teria sido o principal companheiro do deus e vivia bêbado. Acredita-se, ainda, que alguns filhos do deus é que disseminaram a vinha mundo afora.

Dioniso de acordo com
modelo helenístico, 
exposto no Louvre, Paris.

Dioniso ou Dionísio (em grego: Διώνυσος ou Διόνυσος, transl. Diōnisos ou Diónisos) é na antiga religião grega o deus dos ciclos vitais, das festas, do vinho, da insânia, do teatro, dos ritos religiosos mas, sobretudo, da intoxicação que funde o bebedor com a divindade. Equivalente ao romano Baco.
Foi o último deus aceito no Olimpo, filho de Zeus e da princesa Sêmele, também foi o único olimpiano filho de uma mortal, o que faz dele uma divindade grega atípica.

Dionísio era representado nas cidades gregas como o protetor dos que não pertencem à sociedade convencional e, portanto, simboliza tudo o que é caótico, perigoso e inesperado, tudo que escapa da razão humana e que só pode ser atribuída à ação imprevisível dos deuses.

Fontes: 
pt.wikipedia.org 
suapesquisa.com/imperioromano
revistaadega.uol.com.br 

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