sexta-feira, 12 de agosto de 2016

EXISTE O MELHOR VINHO?

Eu estava lendo sobre nosso assunto preferido - VINHOS!!! e encontrei uma notinha muito bacana no blog falandodevinhos.com sobre o segredo de um bom vinho na visão desses Argentinos super bacanas!
Decidi compartilhar a nota na íntegra aqui no Taças. Vejam só:

"Li na Revista la Nación um gostoso texto sobre um grupo de jovens e talentosos enólogos argentinos da atualidade, gente pela qual tenho o maior respeito. Pois bem, diz o artigo que para Alejandro Vigil, Marcelo Pelleriti, Alejandro Sejanovich, Matias Michelini y Matías Riccitelli, grupo de amigos, que o grande segredo de um bom vinho é somente saber “si está rico o no, si te gusta o no te gusta, si te tomás una copa o querés abrir tres botellas”.

Certamente mais um frase que adornará minhas apresentações e textos sobre nossa vinosfera. Tem tudo a ver com minha percepção e sempre digo a meus clientes na Vino & Sapore que me pedem um bom vinho ” amigo, vinho ruim não entra aqui pois é barrado antes na minha taça já que provo tudo, agora, pode ser que você goste ou não”. Gosto e bolso são coisas muito pessoais que têm que ser respeitados. Estudemos, mas não compliquemos, estou com os moços e adoro os vinhos que me fazem querer tomar três!!

Recomendo a leitura do artigo completo mostrando essa verdadeira banda de enólogos. 

Saúde e desfrutem sem preconceitos!"

Marcelo Pelleriti, Matías Michelini,
Matías Riccitelli, Alejandro Sejanovich
y Alejandro Vigil, rock e vinhos
ao pé dos Andes. Foto: Martín Lucesole
Sobre eles (em resumo):

"Eles trabalham com a maior liberdade do mundo e fazem o que eles querem. Entre 30 e 43 anos, com a sua atitude poderiam ser uma banda de rock, não só porque gostam da música, mas também porque sabem tocar os instrumentos…
eles são os que levam adiante e fazem avançar os caminhos do vinho local. Eles descobriram trilhas, áreas exploradas, estudaram solo e plantações. Eles cuidaram de vinhas velhas que hoje falam de história e tradição, estavam determinados a investigar. 

Cada um tem uma virtude e conhecimento específico, mas são capazes de lidar com todo o processo: da semente à venda de vinho. Eles são seus próprios patrões, seja em empreendimentos pessoais, ao aconselhar os outros ou quando trabalham para grandes vinícolas. 

Eles quebraram com a divisão tradicional entre os agrônomos que trataram de campo e os produtores de vinho que estavam no porão.
Hoje são enólogos, fabricantes, comunicadores (como eles preferem ser chamados). Eles estão entre as plantas e gerenciam a temperatura dos tanques onde o vinho é feito. Não há divisões, tudo é destinado a melhorar a indústria de vinho do país que, como eles dizem, é um dos mais prósperos."
Fonte: www.lanacion.com.ar 

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